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 SAÚDE E PRODUTIVIDADE

MAIS SAÚDE MAIS PRODUTIVIDADE

"O ativo mais valioso de SUA EMPRESA são os seus colaboradores e o seu bem estar tem impacto direto na Produtividade."

        Sabe-se que atualmente no Brasil, as organizações investem um percentual que varia entre 7 e 10 % do valor de sua folha de pagamento no intuito de proporcionar acesso a serviços na área de saúde para os seus colaboradores. Todavia, esses investimentos não são analisados em perspectiva com o índice de eficácia dos tratamentos de saúde que são oferecidos, fazendo com que o impacto na produtividade não seja proporcional aos investimentos realizados

"TER MAIS SAÚDE NÃO IMPLICA EM INVESTIR MAIS E SIM EM INVESTIR BEM"

        Existem estudos consistentes, publicados em revistas de grande importância internacional, que comprovam que a cada Euro investido em programas de promoção de saúde, proporcionam um retorno de investimento de cerca 3 ou 4 vezes o valor investido.

        No desenvolvimento de suas atividades, as empresas podem perder rendimento por motivo de doenças de seus colaboradores principalmente por dois motivos: absenteísmo (faltas, licenças médicas, afastamentos) e presenteísmo (perda de produtividade no trabalho, estando o trabalhador presente).

        A maioria das empresas não consegue quantificar estas perdas, especialmente as causadas pelo presenteísmo, que são bem maiores. Se uma empresa investe em programas de qualidade de vida, tais perdas de produtividade podem ser drasticamente reduzidas, gerando lucro e retorno de investimento.

        Para que isso ocorra, faz-se necessário que haja uma quebra no ciclo vicioso na gestão da saúde corporativa, para não cair na mesma armadilha do SUS e também por parte das operadoras de Plano de Saúde, que pela falta de investimentos direcionados na promoção de saúde e prevenção de doenças acabam tendo que investir no tratamento de doenças, elevando os seus custos e consequentemente isto gera a necessidade de aumentar o valor das mensalidades para os usuários do sistema.

        Pode-se comprovar isso avaliando dados estatísticos sobre algumas doenças crônicas (infarto do coração, derrame cerebral, câncer, doenças pulmonares obstrutivas crônicas, diabetes e hipertensão arterial), indicam que estas são responsáveis por cerca de 60% a 80% do total de mortes/ano no Brasil. Estas doenças respondem por grande parte das aposentadorias por invalidez ou licenças médicas de longo prazo, o que causam grande prejuízo na produtividade do trabalho e grande despesa na área da saúde.

        Segundo estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS) 80% dos Infartos do Coração, Derrames Cerebrais e Diabetes podem ser prevenidos, bem como 40% dos casos de Câncer. Diante desse quadro não se justifica que na gestão da saúde dos colaboradores das organizações não haja uma preocupação com a prevenção e detecção precoce de tais doenças. Isto implica, primeiramente em mudar a visão e a implementação de ações voltadas para promover saúde buscando soluções mais completas, integradas e contínuas e que possam ser mensuráveis.

        Algumas empresas até pagam planos de saúde de forma integral para seus colaboradores, atuando de forma curativa, não preventiva. Isto não indica a solução do problema e funciona mais como uma medida paliativa para não utilizar os serviços oferecidos pelo SUS. Poucas são as empresas que acordaram para este problema. Aquelas que investem em saúde e produtividade, planejando e gerenciando o processo já estão obtendo resultados positivos.

        A implantação de um novo conceito de gestão conjuntamente com ações práticas, que promovam o processo de conscientização em saúde e prevenção de doenças, integrando saúde e produtividade poderá mudar o painel de saúde nas organizações, gerando maior economia para as empresas e melhoria no nível de saúde e qualidade de vida dos colaboradores.

        Exemplo prático disso pode ser visto nos Estados Unidos e Canadá, onde esta ocorrendo a implantação, com sucesso, deste tipo de visão em relação à saúde. Um dos motivos que pode ter originado isto são as pesquisas que indicam que mais de 60% dos americanos são considerados obesos segundo os índices de IMC (Índice de Massa Corpórea) e isso aponta para inúmeros distúrbios na saúde e que custam muito caro para tratar de forma curativa.

        Diante disso, pode-se concluir que é possível obter mais saúde e produtividade com investimentos inferiores aos que vem sendo efetuados atualmente, garantindo resultados a curto, médio e longo prazo.